IA responsável

Tecnologia com direção humana

A inteligência amplia.
A humanidade orienta.

Usamos inteligência artificial para ampliar a capacidade humana, não para substituir responsabilidade, escuta ou julgamento qualificado. Definimos finalidades e limites, avaliamos qualidade e riscos, protegemos dados e mantemos supervisão humana ao longo do ciclo de vida.

PropósitoSupervisãoTransparênciaResponsabilidade

01 / Estrutura de direção

Seis princípios para orientar a construção.

Estes princípios definem a direção institucional. Sua aplicação concreta deve ser documentada em cada produto, considerando uso, público, dados, riscos e consequências específicas.

01

Autonomia humana

A IA deve ampliar escolhas e capacidades sem retirar das pessoas informação, agência ou possibilidade de revisão.

02

Bem-estar e segurança

Benefícios esperados, riscos, usos indevidos e consequências precisam ser avaliados de forma proporcional ao contexto.

03

Transparência compreensível

Pessoas devem saber quando a IA participa, para qual finalidade e quais limitações são relevantes para sua decisão.

04

Responsabilidade humana

Papéis, supervisão, contestação e prestação de contas devem permanecer claros ao longo de todo o ciclo de vida.

05

Inclusão e equidade

Dados, modelos e experiências devem ser avaliados quanto a barreiras, vieses e impactos desiguais entre pessoas e grupos.

06

Evolução responsável

Qualidade, segurança, contexto e efeitos inesperados precisam ser acompanhados, corrigidos e documentados continuamente.

02 / Governança contínua

Responsabilidade antes, durante e depois.

01 / Antes

Definir propósito e limites

  • usuário e contexto
  • uso pretendido
  • dados necessários
  • riscos e supervisão
02 / Durante

Avaliar e documentar

  • qualidade e desempenho
  • erros e vieses
  • segurança e privacidade
  • explicações adequadas
03 / Depois

Monitorar e responder

  • efeitos no uso real
  • mudanças de contexto
  • incidentes e correções
  • suspensão quando necessária

03 / IA generativa

Fluência não é garantia de verdade.

Modelos generativos podem produzir respostas falsas porém plausíveis, omitir contexto, reproduzir vieses ou induzir confiança excessiva. Em saúde e em decisões relevantes, o conteúdo precisa de verificação humana apropriada antes de orientar qualquer ação.

respostas incorretasautomação excessivaviesesprivacidade de promptscontexto incompleto

04 / Dados pessoais

Privacidade desde a concepção.

O uso de dados deve seguir finalidade legítima, necessidade, segurança e os direitos previstos na legislação aplicável. Dados sensíveis, inclusive os de saúde, exigem proteção reforçada.

Quando uma decisão for tomada unicamente por tratamento automatizado e afetar interesses de uma pessoa, devem ser consideradas as garantias de revisão e de informação previstas na LGPD.

Conheça nosso Centro de Privacidade

Referências institucionais

Princípios e orientações oficiais.

Construção coletiva

Boa governança começa com perspectivas diversas.

Conheça possibilidades de parceria
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